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Forte explosão deixa feridos e destrói vários imóveis na Zona Norte do Rio

Ao todo, 40 imóveis foram afetados, de acordo com a Defesa Civil.

Sete feridos foram levados as hospital e bombeiros buscam soterrados.


Uma forte explosão no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, destruiu imóveis comerciais e residenciais na madrugada desta segunda-feira (19). Ao menos 8 feridos foram retirados dos escombros. Ao todo, 40 imóveis foram afetados, segundo o subsecretário municipal de Defesa Civil, Márcio Motta. Entre eles estão dois restaurantes e uma farmácia, que seriam o foco da explosão. Bombeiros suspeitam de vazamento de gás. Ainda segundo a Defesa Civil do Rio, 14 imóveis foram totalmente destruídos após a explosão.

Dos 8 feridos retirados dos escombros, um foi atendido no local e liberado. Sete pessoas foram levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Duas das vítimas chegaram desacordadas. Entre os feridos está uma criança de 9 anos. Às 9h10, quatro vítimas tinham sido liberadas do Souza Aguiar.

Segundo os bombeiros, as vítimas encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar são Ana Q. Araújo, de 38 anos; Manoel L. Araújo, de 84 anos; Mauro L. Araújo, de 44 anos; Jair C. Silva, de 27 anos; Maria Márcia, de 28 anos, uma menina de 9 anos e Valdecir Galdino da Silva. Outra vítima, identificada como Carlos R. Tomás, de 22 anos, foi atendida e liberada no local.  O número de atendidos, entretanto, pode aumentar: até por volta das 8h, bombeiros conseguiam ouvir gritos de pedidos de socorro entre os escombros.

Menina seminua é levada no colo por socorrista após ser retirada do meio de escombros deixados pela explosão de um restaurante em São Cristóvão, no Rio (Foto: Thiago Lontra/Agência O Globo)

Explosão
A causa da explosão ainda não está clara. Bombeiros suspeitam de vazamento de gás. Há fumaça na região. A explosão aconteceu por volta das 3h e foi tão forte que pode ser ouvida na região do Sumaré, a 6 km de distância do local.

A Prefeitura do Rio de Janeiro investiga se o acidente foi causado por um botijão de gás irregular em local fechado. Ainda de acordo com a prefeitura, os imóveis afetados não eram ligados à rede de gás encanado. Por precaução, o gás da região foi desligado, segundo a Companhia Estadual de Gás (CEG).

A explosão fez com que centenas de moradores deixassem seus imóveis, com medo de novas explosões e desabamentos. A força do deslocamento de ar chegou a quebrar vidros de muitos imóveis vizinhos.

A maior parte dos imóveis atingidos fica na Rua São Luiz Gonzaga, onde há pedaços de concreto, entulho e muito vidro espalhados.

Feridos
Uma menina ferida na explosão disse que foi salva por um armário que caiu numa posição em que ela ficou protegida. Ela ainda afirmou que não viu o momento da explosão e só se deu conta depois do que tinha acontecido quando foi retirada do local.

A mãe e o pai da criança, que também estão no hospital, estão abalados. Segundo o pai da menina, a casa da família ficou totalmente destruída. Eles moram na casa número 1 de uma vila que fica atrás do restaurante, da pizzaria e da farmácia destruídos.

Imagens mostram o local da explosão em São Cristóvão antes e depois da explosão (Foto: Reprodução/GoogleStreetView e GloboNews)

Imagens mostram o local da explosão em São Cristóvão antes e depois da explosão (Foto: Reprodução/GoogleStreetView e GloboNews)

Resgate
Sete quarteis do Corpo de Bombeiro foram acionados para ajudar na ação e três cães farejadores ajudam no resgate a outras vítimas. Os bombeiros usam retroescavadeiras e serras elétricas na busca a possíveis vítimas soterradas.

Segundo outro morador da vila que fica no fundo dos imóveis destruídos, o susto na hora foi muito grande e as pessoas ficaram apavoradas. Segundo ele, muita gente pedia socorro.

“Foi um momento de terror, muita tensão, muita gente pedindo socorro, muita gente gritando, muita fumaça. A coisa realmente foi muita feia. Começou a cair tudo. A sorte é que a nossa [casa] não começou a cair de hora, mas a tensão primeiro foi sair lá de dentro. Foi tipo terremoto, tipo terremoto. A filha do João pedindo socorro, pois a parede do quarto caiu em cima dele e da esposa. Pessoal foi tirado a unha mesmo”, afirmou Ironildo Soares de Araújo, que diz ter perdido quase tudo, mas afirmou estar aliviado por ter sobrevivido.

Embalagens de pizza foram parar no teto de imóveis (Foto: Reprodução/TV Globo)

Deslocamento de ar
A maioria dos imóveis vizinhos foi atingida em função do forte deslocamento de ar. Portas foram arrancadas, janelas quebradas e destroços arremessados a uma grande distância. Apartamentos em edifícios que ficam a cerca de 400 metros de distância dos imóveis que explodiram, ficaram com as janelas quebradas. Segundo testemunhas na região, o cheiro de gás era muito forte.

Interdição
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que interditou um trecho da Rua São Luiz Gonzaga, entre o Campo de São Cristóvão e o Largo da Cancela, para o trabalho dos bombeiros. Há interdição também na Avenida do Exército, entre a Rua João Ricardo e o Campo de São Cristóvão. Há desvios e agentes de trânsito orientando motoristas na região.

Imagem da destruição após explosão na Zona Norte do Rio (Foto: Reprodução / TV Globo)

Bombeiros procuram por vítimas soterradas  (Foto: Reprodução / TV Globo)

Rua São Luiz Gonzaga se transformou em uma área de entulho, vidros e pedaços de concreto (Foto: Reprodução / TV Globo)

G1.com

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Após explosão, posto de gasolina amanhece destruído no Rio

Defesa Civil interditou o local, pois há risco de desabamento.
Pelo menos uma pessoa continua internada com 80% do corpo queimado.

O posto de gasolina que explodiu no bairro Maria da Graça, na Zona Norte do Rio, na noite desta quarta (2) amanheceu completamente destruído nesta quinta-feira (3). A Defesa Civil interditou o local pois, segundo os agentes, há risco de desabamento. A Polícia Civil está investigando o caso e já e ouviu dois frentistas, como mostrou o Bom Dia Rio. Os agentes vão buscar imagens de câmeras de segurança que possam ajudar a esclarecer o que provocou a explosão.

Nove pessoas ficaram feridas e sete foram levadas para o Hospital Salgado Filho, no Méier, e outras duas para o Hospital Souza Aguiar, no Centro. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, das sete levadas para o Salgado Filho, seis já receberam alta e uma permanece internada em estado grave, porque teve 80% do corpo queimado.

Segundo moradores da região, houve um estrondo muito alto e quando eles olharam da janela viram o posto em chamas. Um dos botijões de gás que fica nos fundos do posto foi parar do outro lado da pista com a explosão. O posto fica localizado na Avenida Dom Hélder Câmara, uma via de muito movimento da Zona Norte da cidade.

Posto amanheceu destruído em Maria da Graça (Foto: Reprodução/TV Globo)

G1.com

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Depósito de materiais recicláveis pega fogo em Santa Bárbara d’Oeste, SP

Incêndio teve início por volta das 23h desta terça-feira, segundo Bombeiros.
Um caminhão que estava no local e metade dos produtos foram destruídos.

Uma empresa de materiais recicláveis pegou fogo no final da noite desta terça-feira (11) em Santa Bárbara d’Oeste (SP). Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram por volta das 23h e foram necessárias três horas de combate para acabar com o incêndio.

O local atingido fica no Distrito Industrial da cidade. Um caminhão que estava no pátio da empresa e metade de todo material acumulado foram destruídos. A quantidade total de recicláveis que havia no depósito não foi informada.

Para conseguir acabar com as chamas, o Corpo de Bombeiros de Santa Bárbara d’Oeste pediu o apoio da equipe de Americana (SP) e também do DAE (Departamento de Água e Esgoto) e de uma usina para o fornecimento de água. Ninguém se feriu e as causas do incêndio serão investigadas.

G1.com

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Incêndio atinge indústria em Santos; testemunhas relatam explosões

Equipes do Corpo de Bombeiros já foram enviadas ao local.
Fumaça pode ser avistada de vários pontos da Baixada Santista

Um incêndio atingiu tanques de combustível de uma empresa no bairro Alemoa, em Santos, no litoral de São Paulo. O fogo começou por volta 10h desta quinta-feira (2). A fumaça pode ser avistada de diversas cidades da Baixada Santista. Equipes do Corpo de Bombeiros de toda a região foram enviadas para o local.

Trânsito teve que ser desviado após incêndio no bairro Alemoa, em Santos (Foto: Felipe Zito / Arquivo Pessoal)

Trânsito teve que ser desviado após incêndio no
bairro Alemoa (Foto: Felipe Zito / Arquivo Pessoal)

Moradores contam que uma explosão começou o incêndio e outras foram ouvidas na sequência. O local atingido pertence à empresa Ultracargo. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) informa que a área atingida fica fora do Porto.

A própria Codesp também enviou a Brigada de Incêndio da Guarda Portuária para prestar apoio aos bombeiros. De acordo com a GloboNews, 80 homens do corpo de bombeiros estão trabalhando para tentar apagar o incêndio, com apoio de 22 viaturas sendo que 8 delas foram enviadas da Capital para dar apoio no combate às chamas.

Em nota, o Corpo de Bombeiros afirma que não foram detectadas vítimas e que até o momento equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Defesa Civil, Sabesp e Polícia Militar prestam apoio.

Em entrevista à GloboNews, o especialista em gerenciamento de riscos Gustavo Cunha Mello disse que os tanques que armazenam esse material explosivo são construídos com reforço nas laterais, por isso os recipientes não se desfazem quando ocorre a explosão, sem esparramar os líquidos inflamáveis.

Três navios estavam atracados no Porto de Santos e dois foram retirados do local para evitar problemas com possíveis explosões. Uma empresa, que fica a 20 km do local do incêndio, já emitiu alerta para os funcionários deixarem a área, devido ao risco de serem atingidos por destroços caso haja uma grande explosão.

Testemunha
Um dos funcionários da Ultracargo ouvidos pelo G1 afirma que não há pessoas feridas. Ele conta que estava trabalhando no momento da primeira explosão. “Eu estava em um dos tanques, no lote 1, quando escutei uma grande explosão. O fogo se alastrou muito rápido e só pensei em sair daqui”, conta Anderson Santos da Silva.

Ele trabalha próximo de onde o fogo começou e diz que todos os funcionários saíram do local às pressas. “Todos os funcionários foram liberados na hora, ficando apenas os homens do Corpo de Bombeiros próximo aos tanques”, conclui.

Incêndio acabou causando reflexos no trânsito da Via Anchieta (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

Incêndio acabou causando reflexos no trânsito da
Via Anchieta (Foto: Guilherme Lucio / G1

Estradas
Devido ao incêndio, a Ecovias, concessionária que opera o Sistema Anchieta-Imigrantes, bloqueou o acesso ao Viaduto do Alemoa, no km 64 da Anchieta. Os veículos pesados, que não são autorizados a circular no trecho urbano, deverão aguardar até a liberação da via. Embora possam fazer o acesso pela Anchieta, os veículos de passeio também estão sendo orientados a chegar a Santos pela Rodovia dos Imigrantes. No momento, o tráfego está congestionado na chegada a Santos do km 60 ao km 65 da Anchieta.

Os demais trechos do Sistema Anchieta-Imigrantes estão com tráfego normal. O tempo está bom e a visibilidade é boa. O SAI está em operação normal (5×5). Para descida, os motoristas utilizam as pistas sul da via Anchieta e rodovia dos Imigrantes. Já a subida é realizada pelas pistas norte das duas rodovias.

Tanques foram atingidos pelas chamas; testemunhas relataram explosões em sequência (Foto: Roberto Strauss / G1)

Tanques foram atingidos pelas chamas; testemunhas relataram explosões (Foto: Roberto Strauss / G1)

Fumaça pode ser avistada da Via Anchieta (Foto: Felipe Zito / Arquivo Pessoal)

Fumaça pode ser avistada da Via Anchieta (Foto: Felipe Zito / Arquivo Pessoal)

Fogo e fumaça podem ser avistadas de São Vicente, litoral de São Paulo (Foto: Bruno Giufrida / G1)

Fogo e fumaça podem ser avistadas de São Vicente, litoral de São Paulo (Foto: Bruno Giufrida / G1)

Motoristas ficaram assustados com o incêndio em Santos (Foto: Joel Reis / Arquivo Pessoal)

Motoristas ficaram assustados com o incêndio em Santos (Foto: Joel Reis / Arquivo Pessoal)

G1.com

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Explosão em plataforma da Petrobras no Norte do Espírito Santo deixa três mortos.

Seis trabalhadores estão desaparecidos. Segundo sindicato, o estado de quatro das dez vítimas é grave

VITÓRIA, RIO e BRASÍLIA — Uma explosão na casa de bombas de uma plataforma de gás e petróleo que prestava serviço à Petrobras no litoral capixaba deixou três mortos, seis desaparecidos e dez trabalhadores feridos, alguns em estado grave. Este é o mais grave acidente em plataformas desde 2001, quando a P-36 sofreu duas explosões, o que resultou na morte de 11 pessoas. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas, mas acredita-se que houve vazamento de gás na FPSO Cidade São Mateus, de propriedade da empresa norueguesa BW Offshore.

O acidente ocorreu às 12h50m desta quarta-feira. A plataforma estava a 120 quilômetros da costa do Espírito Santo e operava desde 2009 nos campos de Camarupim e Camarupim Norte. No total, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), havia 74 pessoas a bordo — além dos feridos e dos desaparecidos, ao menos 33 já haviam sido retirados até o fim da noite de quarta-feira. Os três corpos permaneciam a bordo. Segundo a agência, havia 22 petroleiros na plataforma à noite. Esta equipe mínima continuaria no local para fazer a checagem de equipamentos. De acordo com o sindicato da categoria, a embarcação estaria sem energia, em sistema de blecaute. Já a BW Offshore, operadora da plataforma, informou que apenas três funcionários da empresa e socorristas permaneciam no local.

FALHAS NA INSPEÇÃO

Os feridos foram levados de helicóptero para hospitais da Grande Vitória. Quatro destes funcionários estavam com queimaduras e em estado grave. Nove ambulâncias — duas com UTIs — foram mobilizadas para o transporte dos feridos a partir do aeroporto.

A Marinha informou, em nota, que 270 militares participaram da operação de resgate. Segundo a Capitania dos Portos do Espírito Santo, a plataforma estava com a documentação em dia. Mas José Maia Rangel, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirmou que numa inspeção feita em abril de 2014 pela Marinha foram constatados problemas como falhas no sistema de “salvatagem”, como é chamado no setor a área de combates a incêndios e salvamento. BW Offshore e Petrobras não deram mais detalhes sobre as condições da plataforma. A nota da ANP, contudo, destacou ainda que o navio-sonda recebeu declaração de conformidade da Marinha em 2015. A própria agência fez uma atualização da documentação marítima em setembro de 2014.

Logo após a explosão, o incêndio foi controlado e não havia mais riscos, segundo informaram a Petrobras, a ANP e o sindicato. A plataforma continua estável no mar. Os órgãos informaram que não houve vazamento de óleo no mar. Segundo dados da ANP, a plataforma produzia 2,250 milhões de metros cúbicos de gás/por dia e 350 metros cúbicos de óleo/por dia. A produção de gás é escoada por duto para a terra. A agência informou em nota que a estatal só comunicou o acidente uma hora após a explosão e que hoje chega uma equipe ao local para investigar as causas.

Até as 21 horas desta quarta-feira a estatal não havia informado os nomes das vítimas e dos desaparecidos. Em nota divulgada mais de cinco horas após o ocorrido, a Petrobras disse que a concessão de Camarupim pertence a ela e a de Camarupim Norte é uma parceria entre a Petrobras (65%) e a empresa Ouro Preto Energia (35%). Ambos são operados pela empresa BW Offshore. A empresa não detalhou as causas do acidente. “A BW está prestando toda a assistência aos seus funcionários e familiares, com apoio da Petrobras”, afirmou a nota da Petrobras.

A BW emitiu nota na noite desta quarta-feira, em que informava que a produção da plataforma foi interrompida e a unidade fechada, sem detalhar as causas. Mas fontes do sindicato disseram que houve vazamento de gás na plataforma.

CPI DA PETROBRAS TRATOU DE SEGURANÇA

Segundo o vice-presidente de Projetos no Brasil da BW Offshore, Benito Ciriza, o resgate dos corpos seria feito ainda na noite desta quarta-feira com o apoio de dois helicópteros da Marinha. Ele ressaltou que o acesso às vítimas foi comprometido com a explosão. Os parentes ainda não foram informados.

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A queixa do sindicato se refere à alta taxa de terceirização na plataforma. Apenas dois funcionários da estatal fiscalizam as operações do navio da BW Offshore, segundo Paulo Rony, coordenador geral do sindicato dos petroleiros do Espírito Santo.

O secretário de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Paulo Sérgio de Almeida, disse que foi feita uma inspeção na plataforma no fim do ano passado e que foram constatadas poucas irregularidades, nenhuma na casa de bombas. Guindastes e equipamentos de cozinha foram interditados.

Este é o mais grave acidente em operação de plataformas desde o caso da P-36 — embora, em 2008, um acidente com um helicóptero que estava em vias de pousar em uma plataforma tenha deixado cinco mortos. As condições das plataformas já eram motivo de preocupação. A CPI da Petrobras, criada para investigar a estatal no ano passado, constatou que plataformas iam ao mar sem que estivessem efetivamente “prontas”. A CPI fez algumas recomendações à ANP em seu relatório final:

“Dar mais transparência às suas ações de fiscalização e controle, principalmente das auditorias em plataformas e navios-sonda; realizar auditorias em plataformas antes da entrada em operação; aperfeiçoar as normas e exigir dos operadores a implantação de sistemas de garantia da qualidade, de modo a evitar acidentes”. A CPI sugeriu ao Ministério do Trabalho mais transparência na fiscalização.

Para alguns especialistas em gerenciamento de risco, o acidente na plataforma foi causado por uma sucessão de falhas anteriores, como também pelo elevado nível de terceirização existente nas plataformas da Petrobras. Segundo Carlos Camargo, bacharel em Ciências Náuticas e especialista em gerenciamento de riscos, em geral esse tipo de acidente é causado por uma sucessão de falhas ao longo do tempo.

— Não é um evento isolado. É uma sucessão de eventos ligadas a questões como manutenção, treinamento, avaliação de risco, gestão de mão de obra e que acabam desaguando no acidente — disse Camargo.

Para Marcelo Brocchi, diretor presidente do Centro de Prevenção Rio, ainda é preciso avaliar o que aconteceu. Ele pondera, porém, que é difícil ocorrer um acidente deste porte como resultado apenas da falha de um equipamento. Para ele, o elevado nível de terceirização nas plataformas da Petrobras pode ter contribuído para o acidente:

— Os empregados de cada empresa passam por treinamentos de processos diferentes. As equipes têm que estar bem treinadas em salvatagem. Sou contra a terceirização tão intensa em locais onde há risco elevado, como em plataformas.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, estava com a presidente Dilma Rousseff quando ambos foram informados sobre a tragédia.

— Quero lamentar profundamente o acidente, incidente, que aconteceu com um equipamento alugado. Temos algumas informações preliminares. A diretora de Abastecimento e Gás da Petrobras já se deslocou até o local. Estamos esperando um relatório pormenorizado do ocorrido — disse Braga.

Segundo ele, a presidente também lamentou o ocorrido e ficou sentida porque houve mortes.

ANP, Polícia Federal, Marinha e Ministério do Trabalho vão investigar o acidente.

— Deveremos abrir um inquérito para investigar as circunstâncias do acidente, apontando possíveis responsabilidades — disse o delegado da Polícia Federal do Espírito Santo, Valdson José Rabelo.

O Globo

Por: Bruno Dalvi / Henrique Gomes Batista / Ramona Ordoñez / Danilo Fariello

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Explosão fere funcionários de laboratório de medicamentos em Pouso Alegre.

Prédio pegou fogo após o acidente e 26 pessoas ficaram feridas. Causas do acidente serão investigadas pela Polícia Civil

A explosão de uma estufa feriu 26 funcionários da Cimed Medicamentos em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais, na manhã desta terça-feira. Três vítimas foram internadas em estado grave no Hospital Samuel Libânio.

Segundo o capitão Ivan Santos Pereira Neto, da 3ª Companhia do Corpo de Bombeiros em Pouso Alegre, a corporação foi acionada por volta das 6h para comparecer ao local, que fica no Bairro Jardim Paraíso. A explosão atingiu um prédio onde funcionava uma estufa para secar medicamentos. Chegando ao local, brigadistas da fábrica já tentavam apagar o incêndio e socorriam as vítimas.

Com o impacto da explosão, as paredes e o teto do imóvel foram danificados. Os 16 bombeiros se dividiram em duas equipes, sendo uma para combate ao incêndio e a outra para resgatar os feridos. Eles socorreram duas vítimas em estado grave. Conforme o capitão Ivan, Carlos Israel dos Santos Souza, de 23 anos, teve 100% do corpo queimado em segundo grau. Ele estava sob os escombros quando foi resgatado. Jalber Mendes das Chagas, de 40 anos, sofreu ferimentos na cabeça.

“Foi feito o combate ao incêndio. Depois, o prédio foi totalmente isolado para que fossem evitados novos problemas. A empresa vai averiguar a situação do imóvel através de um profissional de engenharia”, explica o militar. Ainda de acordo com o capitão, a unidade da Cimed em Pouso Alegre está regular. Ela possui projeto de prevenção de incêndios aprovado pelos Bombeiros, brigada de urgência e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). As causas da explosão serão investigadas pela Polícia Civil.

Outras 24 pessoas também foram levadas para o Hospital Samuel Libânio, com queimaduras, ferimentos leves e intoxicação pela fumaça. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, as vítimas graves estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e as demais no pronto-socorro, em observação. Uma equipe de 200 funcionários, entre médicos, enfermeiros e profissionais de outros setores, foram deslocados para o atendimento.


Segundo a assessoria de imprensa da Cimed, que tem sede em São Paulo, uma equipe da empresa já está no local averiguando as causas do acidente e aguarda laudos do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. A Cimed confirma que a explosão atingiu a estufa de secagem de comprimidos do prédio, que fica em uma área afastada das demais instalações.Apesar dos danos em uma das paredes e nos equipamentos, a empresa afirma que, a princípio, a estrutura do edifício, que tem dois andares, não foi abalada. Havia 150 pessoas no local no momento do acidente.

A atividades na empresa foram suspensas pela manhã e devem serão retomadas nesta tarde. O prédio danificado pela explosão continuará fechado. Ainda segundo a farmacêutica, 17 vítimas foram levadas ao hospital pela equipe da empresa. A companhia informou que está prestando apoio às vítimas e às famílias, que são acompanhadas por médicos e assistentes sociais.

em.com.br

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Incêndio atinge fábrica de produtos químicos em Quiririm

(Do G1 Vale do Paraíba e Região)

Fogo demorou cerca de duas horas para ser controlado neste domingo (10).
Ninguém ficou ferido, segundo Bombeiros, mas há risco de explosão.

Incêndio começou na manhã deste domingo em fábrica no Distrito de Quiririm, em Taubaté (Foto: Diovulgação/Corpo de Bombeiros)
Incêndio atingiu fábrica no Distrito de Quiririm, em Taubaté (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Um incêndio de grandes proporções atingiu na manhã deste domingo (10) uma fábrica de produtos químicos no polo industrial de Piracangaguá, que fica no Distrito de Quiririm, em Taubaté. O fogo demorou cerca de duas horas para ser controlado — das 7h30 às 9h10. Ninguém ficou ferido.

A preocupação do Corpo de Bombeiros é com o risco de explosão já que existe muito material inflamável no interior da fábrica Daffer Biodisel. Por isso, os bombeiros decidiram acionar os técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Ninguém trabalhava na unidade no momento do incêndio e nenhum segurança fazia o monitoramento da empresa. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio começou no matagal que fica nos fundos da fábrica e rapidamente as chamas teriam se espalhado e chegaram na área de produção da empresa, cheia de tanques com produtos inflamáveis

A Cetesb informou que vai fazer uma avaliação da empresa para saber se ela pode operar com produtos químicos e descobrir se todas as licenças para esse tipo de trabalho estão em dia.

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Incêndio atinge armazém de açúcar no Porto de Santos, no litoral de SP

Corpo de Bombeiros foi acionado e caminhões se deslocaram até o local.
Fogo atingiu armazém por volta das 16h30.

incêndio fogo porto de santos (Foto: Delamonica/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Incêndio atingiu armazém de açúcar no Porto de Santos (Foto: Delamonica/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Um incêndio de grandes proporções atingiu um armazém de açúcar e posteriormente afetou outros três no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, na tarde deste domingo (3). O fogo começou por volta das 16h30 e a fumaça podia ser avistada de alguns bairros próximos à região. O Corpo de Bombeiros foi acionado e caminhões se deslocaram até o local para tentar controlar as chamas. Até o momento não há informações sobre vítimas.

Devido à gravidade da situação, ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e viaturas da Polícia Militar prestam apoio durante o incêndio. Viaturas do Corpo de Bombeiros de outras cidades como Guarujá e São Vicente foram enviadas até o local para auxiliar no combate às chamas.

Por volta das 18h45 os bombeiros ainda encontravam dificuldade para apagar as chamas devido ao clima seco e à extensão do incêndio, que afeta múltiplos armazéns. Às 20h45 os bombeiros seguem com o trabalho de resfriamento nos galpões afetados pelas chamas, alguns dos profissionais que trabalham no local dizem que as altas temperaturas podem ter colaborado com a propagação do fogo.

Em nota, a Rumo, empresa logística da Cosan, informa que às 16h30 deste domingo (3), registrou um foco de incêndio no Armazém X. No momento, cerca de 100 funcionários trabalhavam no local. Todos os esforços da empresa foram para garantir a segurança dos funcionários e terceiros no local.

A nota diz ainda que, até o momento, não há registros de acidentados. O Corpo de Bombeiros segue no trabalho de contenção para o controle do incêndio, e a empresa vai apurar as causas do ocorrido.

Bombeiros tentam combater as chamas durante incêndio em Santos (Foto: G1)

Bombeiros tentam combater as chamas durante incêndio em Santos (Foto: G1)

Bombeiros de Santos e outras cidades da região combateram as chamas (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

Bombeiros de Santos e outras cidades da região combateram as chamas (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

Armazém de açúcar foi atingido por incêndio em Santos, SP (Foto: Rosana Valle / G1)

Armazém de açúcar foi atingido por incêndio em Santos, SP (Foto: Rosana Valle / G1)

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Trabalhadoras morrem após explosão em fábrica de fogos em MG

PM informou que quatro mulheres morreram em Santo Antônio do Monte. Há pelo menos três feridos, sendo duas grávidas e um jovem.

Quatro trabalhadoras morreram e pelo menos três pessoas ficaram feridas após a explosão de uma fábrica de fogos de artifício na manhã desta terça-feira (15), no Bairro Bela Vista, em Santo Antônio do Monte. As informações são da Polícia Militar (PM) e do presidente do Sindicato das Indústrias de Explosivos no Estado de Minas Gerais (Sindiemg), Antônio Camargos. O vídeo ao lado mostra a fábrica em chamas. Ele foi enviado por um internauta, que não quis ser identificado.

Há informações de que pelo menos três pessoas se feriram. Entre elas, um jovem de 20 anos que também trabalha no local. Ele teve queimaduras nas costas, foi encaminhado para o pronto atendimento da cidade e não corre risco de morte. Duas grávidas também foram socorridas. Elas passavam pelo local na hora do acidente.

“O jovem ferido relatou que viu as chamas e neste momento saiu do pavilhão de fabricação de bombas batons. Ele também contou que as outras quatro mulheres que morreram tentaram sair, mas não conseguiram”, contou o tenente do Corpo de Bombeiros de Divinópolis, Wanderson de Souza Araújo.

A entrada da fábrica é na zona urbana, mas os pavilhões onde são feitos os fogos ficam mais afastados, em uma área rural. De acordo com a PM, o Exército foi acionado para verificar junto à Policia Civil as causas da explosão. O Corpo de Bombeiros também está no local.

Por telefone o gerente do Sindiemg, Américo Libério da Silva, informou que as vítimas trabalhavam na parte de fabricação de bomba batom. “O supervisor técnico e engenheiro químico do sindicato, José Expedito do Amaral Junior, está no local para prestar todo o suporte necessário, já que a fábrica é credenciada ao Sindiemg”, comentou Américo.

O gerente disse ainda que essa é a primeira explosão na fábrica e que anteriormente já ocorreu um acidente que foi causado por um raio, mas não teve feridos. O G1 entrou em contato por telefone com a fábrica que informou que não vai se pronunciar até ter mais informações sobre o acidente.

O frentista Jerry Adriano Silva, que trabalha em um posto de combustíveis que fica a cerca de 800 metros da fábrica, contou que ficou em pânico. “Eu estava trabalhando e nunca senti algo tão forte. A terra tremeu, vidros de janelas quebraram. Essa foi a pior sensação que já senti. A população está com receio da explosão ter atingido estruturas das casas próximas”, comentou.

Explosão Fabrica fogos de artificio Santo Antonio do Monte (Foto: G1/G1)

G1.com

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Funcionário ferido em explosão morre em Rio Grande

Mecânico de manutenção Paulo Roberto Fernandes dos Santos, 60 anos, não resistiu às queimaduras

Funcionário ferido em explosão morre em Rio Grande Marcio Gandra/Especial

Um dos três trabalhadores feridos na explosão de um armazém industrial em Rio Grande, no sul do Estado, morreu nesta segunda-feira. O mecânico Paulo Roberto Fernandes dos Santos, 60 anos, estava internado desde a noite de quinta-feira — quando aconteceu o acidente — no Pronto Socorro da Santa Casa de Rio Grande.

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O funcionário da fábrica Bianchini, que atua no ramo de extração de óleos vegetais e produção de farelos a partir do processamento da soja, estava com queimaduras graves e morreu na UTI, em decorrência dos ferimentos. Os outros dois feridos tiveram lesões leves, foram atendidos no hospital e liberados na mesma noite.

De acordo com testemunhas, a explosão ocorreu no armazém da empresa, localizada no Distrito Industrial do município, durante procedimentos de manutenção. Uma faísca, ao entrar em contato com os gases gerados pela fermentação dos grãos, foi considerada pelos Bombeiros a provável causa do acidente.

O diretor da empresa, Valdir Bianchini, lamentou a morte do funcionário que, segundo ele, trabalhava no setor de manutenção há pelo menos 20 anos. Ele também ressalta que a companhia está prestando apoio à família da vítima.

Jornal: ZH Notícias

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Caminhão de gás explode e mata ao menos 20 no México

Explosão ainda deixou 36 pessoas feridas e pelo menos seis prédios próximos ao local do acidente ficaram destruídos

Caminhão de gás explode e mata 20 no México

Um caminhão de gás explodiu numa estrada que passa por Ecatepec, cidade situada nas proximidades da capital do México na madrugada desta terça-feira, matando pelo menos 20 pessoas e deixando 36 feridas, segundo a Secretaria de Segurança Cidadã.

O motorista do caminhão aparentemente perdeu o controle do veículo depois de chocar-se com o canteiro central da estrada.

As autoridades não descartam a possibilidade de o número de mortos subir ainda mais, já que equipes de resgate continuam a realizar buscas em meio aos destroços carbonizados de veículos e casas nas proximidades da via, que fica aonorte de Cidade do México. As causas da explosão não foram divulgadas.

“Nós retiramos as pessoas com queimaduras e apagamos o fogo das casas, mas não sabemos realmente o que aconteceu”, disse Rogelio Martinez, morador do bairro onde o acidente aconteceu.

As equipes de resgate retiraram corpos de pessoas que aparentemente morreram em suas camas, ainda enquanto dormiam. O motorista do caminhão ficou ferido no acidente e está detido num hospital local.

Pablo Bedolla, prefeito de Ecatepec, disse que 20 casas e uma escola foram danificadas pela explosão. O acidente expôs dois problemas de segurança no México: caminhões extremamente pesados que se envolvem com frequência em acidentes sérios e a construção de casas improvisadas a alguns metros de grandes estradas. As informações são da Associated Press.

Jornal: O tempo

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Bombeiros controlam incêndio no Porto após seis horas de trabalho

Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas após a explosão no terminal.

Seis terminais da Copersucar ficaram destruídos por causa do incêndio.

Após um esforço, que durou mais de seis horas e reuniu dezenas de profissionais, os bombeiros conseguiram controlar o incêndio que atingiu seis terminais no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O fogo, que começou por volta das 6h, destruiu armazéns, fez esteiras gigantes desabarem e feriu, pelo menos, quatro pessoas. Uma delas foi encaminhada para a Santa Casa de Santos com graves queimaduras pelo corpo.

Segundo o chefe da Defesa Civil de Santos, Daniel Onias, o incêndio finalmente foi controlado, mas ainda há muito material queimando e o rescaldo deve demorar várias horas. “O fogo começou nas esteiras e, como o açúcar tem fácil combustão, a propagação aconteceu muito rapidamente. A Defesa Civil está auxiliando no isolamento da área para dar segurança aos trabalhadores e para a população”, explica.

Segundo Onias, dos seis armazéns atingidos, pelo menos três estão completamente comprometidos. “Os telhados e a parte estrutural foram danificadas. Após uma vistoria é que vamos descobrir se estão totalmente condenados ou se vai dar para recuperar. Os armazéns vizinhos não foram afetados por não estarem carregados com material a granel”, diz.

Os armazéns que pegaram fogo poderiam armazenar juntos até 300 mil toneladas de açúcar mas segundo a Copersucar, eles não estavam com a capacidade máxima antes do incêndio, que começou em uma esteiras do terminal. Os armazéns 6, 11, 15, 16, 20 e 21 foram atingidos pelo fogo. No armazém 11, o teto chegou a desabar e o galpão ficou completamente destruído.

Para ajudar no combate ao incêndio, mais de dez carros dos bombeiros foram ao local, além de dois carros da Guarda Portuária e um caminhão utilizado pela Petrobras. Uma equipe de São Paulo reforçou ainda mais a ação dos bombeiros que tentavam evitar que as chamas destruíssem outras partes do Porto gerando mais prejuízos. O helicóptero Águia, da Polícia Militar, chegou ao local por volta das 10h45 para ajudar no combate ao fogo.

Explosão
Por volta das 6h, as pessoas que trabalham no Porto de Santos ouviram uma grande explosão. O fogo tomou conta de três armazéns de açúcar, sendo que em dois deles o teto já havia desabado por volta das 7h30. Apesar das tentativas dos bombeiros, o fogo continuou se alastrando e atingiu outros três armazéns pouco tempo depois.

O navio que atracou no terminal da Copersucar, durante a manhã, veio da Libéria. Logo depois que ele chegou no Porto de Santos, o incêndio começou e ele teve que sair imediatamente do local.

A nuvem de fumaça negra foi observada de praticamente todos os bairros de Santos. “Eu moro no 7º andar de um prédio no Marapé e normalmente gosto de dar uma olhada na cidade quando levanto. A fumaça grossa e escura na região do Porto me chamou a atenção de imediato. Não da pra sentir nenhum cheiro, mas a fumaça segue intensa e a imagem impressiona”, afirma o jornalista Walmir Lopes.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), os agentes organizaram uma operação de fluidez no trecho que vai entre a Alfândega de Santos até o elevado da avenida Perimetral. O motorista deve evitar as áreas internas do cais e as ruas próximas, como a Xavier da Silveira e a Silva Jardim. Por volta das 11h30, a avenida Perimetral era a melhor opção para os motoristas.

Em nota, a Copersurcar, responsável pelos terminais incendiados, afirma que a primeira e principal prioridade da empresa é o combate ao incêndio e o atendimento a eventuais vítimas. A empresa confirma ainda que há notícias de quatro brigadistas feridos, sem gravidade, e já devidamente atendidos. As causas do incêndio estão sendo apuradas.

Terminal ficou completamente destruído por causa do fogo (Foto: Mariane Rossi / G1)

Incêndio pode ser visto de várias partes de Santos (Foto: José Carlos Silvares / VC no G1)

Incêndio consome a parte interna dos armazéns no Porto de Santos (Foto: Mariane Rossi / G1)

Helicóptero Águia chega para ajudar no combate ao fogo (Foto: Mariane Rossi / G1)

G1.com

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Após 30 horas, bombeiros preveem mais um dia para combater fumaça

Equipes já utilizaram 200 mil litros de água para tentar conter o incêndio.

Pelo menos 121 pessoas foram atendidas com sintomas de intoxicação.

Moradores observavam fumaça na manhã desta quinta

A fumaça que encobre o céu de São Francisco do Sul, na região Norte de Santa Catarina, dura mais de 30 horas. Segundo o Corpo de Bombeiros, a previsão é que a fumaça seja controlada em até pelo menos mais um dia, o que deve ocorrer na sexta-feira (27). Até a manhã desta quinta (26), as equipes haviam utilizado cerca de 200 mil litros de água para tentar conter as chamas no armazém de fertilizantes, mas o incêndio químico continua.

O armazém de fertilizantes pegou fogo no final da noite desta terça-feira (24) na BR-280, em São Francisco do Sul, e moradores de pelo menos seis bairros precisaram deixar as casas. Segundo os Bombeiros Voluntários, o incêndio começou por volta das 23h, resultando em uma fumaça alaranjada que, se inalada, causa irritação nas mucosas.

No local, há 10 mil toneladas do material. O material está sendo retirado e transportado por caminhões da prefeitura para um pátio. “A gente continua inundando aquela quantidade de material com água para garantir que a temperatura fique baixa. O objetivo é chegar no ponto central do incêndio. Aí, nós vamos introduzir uma mangueira com um tipo de esguicho metálico dentro da estrutura para inundar internamente, baixando a temperatura e extinguindo de forma definitiva o incêndio. O problema ainda é a grande produção de fumaça”, explicou o coronel Marcos de Oliveira, comandante-geral do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o secretário de Estado da Defesa Civil, Milton Hobus, a fumaça é considerada tóxica e, por isso, a região próxima ao local precisou ser evacuada. Cerca de 800 pessoas foram para abrigos ou casas de parentes e amigos. Pelo menos 121 pessoas foram atendidas com sintomas de intoxicação.

Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São Francisco do Sul construiu uma piscina de, aproximadamente, 100 metros de comprimento e 44 metros de largura para colocar toda a água utilizada no processo de resfriamento e que é retirada do local.

Situação de emergência
Na tarde de quarta (25), Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, decretou situação de emergência no município do Norte catarinense em função do incêndio na carga de fertilizante. Segundo os bombeiros, as causas do incêndio ainda são desconhecidas e serão apuradas assim que a fumaça for controlada, por meio de uma perícia.

Fumaça em outros estados
A meteorologista Josélia Pegorim, do Clima Tempo, destacou que há um ciclone extratopical ao longo da costa Sul-Sudeste do Brasil, que está provocando ventos fortes na direção Sudoeste-Sul. “Essa direção de ventos é favorável a levar a fumaça em direção ao litoral do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. A previsão é que essa direção de ventos permaneça por pelo menos 24 horas. Como há ventos de até forte intensidade, a fumaça se dispersa, um pouco. A fumaça pode chegar a essas regiões, mas não com a concentração que está em Santa Catarina”, explica a meteorologista.


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Grosfillex pega fogo e trabalhadores correm risco por falta de equipamentos, em Sumaré

Um incêndio destruiu o depósito da Grosfillex do Brasil, em Sumaré, na tarde de ontem (02/09). Não houve vítimas, mas um dos 15 trabalhadores do local precisou de atendimento médico devido à inalação de fumaça. No entanto, mesmo com todos os pedidos que o Unificados faz aos órgãos públicos para que exerçam fiscalizações nas condições de segurança e trabalho, a Grosfillex não conta com qualquer equipamento para proteção ou de combate a fogo.

Sendo considerado extinto no início da noite, durante a madrugada por várias vezes apareceram novos focos de fogo e os bombeiros voltaram ao local.

Mangueiras furadas

Chamado, o Corpo de Bombeiros de Sumaré levou cerca de 40 minutos para chegar ao local. E quando chegou, as mangueiras estavam furadas e sem condições de uso. O fogo foi combatido com a chegada de bombeiros de Paulínia, Campinas e Americana, que contaram com a ajuda de brigadas de incêndio de empresas vizinhas à Grosfillex.

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Incêndio atinge depósito de produtos inflamáveis em Taboão da Serra

Fogo foi controlado por cerca de 30 carros dos bombeiros ás 13h.

Não houve vítimas, Segundo Corpo de Bombeiros.

Um incêndio de grandes proporções atingiu um depósito de produtos inflamáveis, em Taboão da Serra, na região da Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira (19). De acordo com o Corpo de Bombeiros, por volta das 14h, os bombeiros ainda faziam trabalhos de rescaldo. Não houve feridos, ainda segundo a corporação.

A fumaça negra podia ser vista à distância. O depósito fica na altura do número 518 da Avenida Ibirama, próximo à Rodovia Régis Bittencourt e ao Rodoanel, na divisa com o município de Embu das Artes. Aproximadamente 30 carros dos bombeiros foram enviados ao local para combater as chamas. Cerca de 70 homens participaram da ação.

O fogo foi controlado por volta das 13h, conforme o Corpo de Bombeiros. No horário, equipes da corporação realizavam o trabalho de rescaldo. O apoio da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) foi solicitado.

Até as 14h, não havia informações sobre o que teria iniciado as chamas.

G1.com

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Bombeiros tentam conter incêndio em depósito de combustíveis no RJ

Chamas atingem depósito perto da Rio-Teresópolis (BH-116), em Caxias. Por volta das 12h30, grande explosão fez incêndio se espalhar para casas.

Um incêndio de grandes proporções atinge um depósito de combustíveis e lubrificantes da Petrogold, próximo à Rodovia Rio-Teresópolis (BR-116), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta quinta-feira (23). O fogo, que começou por volta das 11h, se espalhou por todo o quarteirão, consumindo casas vizinhas após uma grande explosão às 12h30. Às 14h30, bombeiros de cinco grupamentos  seguiam no combate às chamas.

Segundo o prefeito de Caxias, Alexandre Cardoso, apenas um tenente dos bombeiros teve queimaduras leves.há informações de feridos.

Uma área de aproximadamente quatro quarteirões ao redor do depósito foi isolada, de acordo com a Defesa Civil do Rio de Janeiro. A previsão é que de que, até o fim do dia, 80% dos moradores retornem para suas residências. A Polícia Militar e a Guarda Municipal fazem a segurança para evitar a invasão das residências.

Os bombeiros acionaram cinco quartéis: Grupamento Operacional com Produtos Perigosos, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Irajá e Caju. Agentes confirmaram que a ocorrência é de grande porte, mas, até as 15h, não havia informações sobre vítimas. Além de várias residências, na região há, pelo menos, uma escola municipal, da qual um grupo de cerca de 10 crianças foi retirado.

Por volta das 12h, as chamas podiam ser vistas a quilômetros de distância e assustavam os moradores da Vila Maria Helena. Os bombeiros informaram que a área era resfriada para que as chamas não se alastrassem. O combate ao fogo propriamente dito, no entanto, só deve começar após o combustível armazenado ser consumido.

Segundo a Defesa Civil estadual, a área foi esvaziada pela Defesa Civil municipal de Caixas para a segurança dos moradores e mais agentes do estado seguiam para auxiliar as equipes.

Sem licença, diz Inea
Segundo a assessoria de imprensa do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Petrogold não tem licença ambiental do estado para funcionar. A única licença era do município de Caxias, de 2009. Segundo o Inea, o município não tem autonomia para conceder esse tipo de licença. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que a empresa atuava de forma regular.

Sem feridos
“Não temos notícia ainda de ninguém ferido, nosso grupo de quartéis está trabalhando junto com o Grupamento de Perigos, com Caxias, Nova Iguaçu, Irajá e Caju, porque havia risco real de explosão. Fizemos um trabalho para retirar a população, inclusive daqueles com dificuldade de locomoção e a possibilidade de explosão no tanque é real. O combustível é uma quantidade muito grande que está queimando e o trabalho dos bombeiros tem que ser com muito cuidado e de sua auto-preservação também”, declarou o coronel dos Bombeiros Jerri Pires ao RJTV.

Segundo o coronel, existe possibilidade de rompimento e espalhamento de combustível. “Se esse tanque se romper, com certeza esse fogo vai atingir algum bombeiro militar que esteja muito próximo. O trabalho é de isolamento e evitar o máximo possível o alastramento”, declarou o coronel dos bombeiros ao RJTV.

“Estamos trabalhando no esfriamento das casas no redor, para evitar que o fogo se alastre pelo quarteirão. Não temos informação ainda se tinha algum funcionário trabalhando. Foi feita evacuação das casas nos arredores e existe risco de um rompimento de outros tonéis”, acrescentou o oficial, por volta das 12h30.

Explosões
Gustavo Cunha Melo, especialista em gerenciamento de risco, disse à Globo News que para não ter uma multiplicação do incêndio é recomendável o esfriamento da área ao redor dos tanques de combustíveis. Ele explicou ainda que as explosões ocorrem por causa da queima do combustível.

Assistência social
A Secretaria de Estado de Assistência Social informou que, ate as 13h, não havia sido acionada pela Prefeitura de Duque de Caxias para prestar auxílio às famílias cujas casas foram atingidas pelo incêndio. Ainda de acordo com o órgão, assim que a prefeitura acioná-lo, o aluguel social no valor de R$ 400 será distribuído.

Embargado
Segundo o secretário estadual do Ambiente Carlos Minc, o depósito foi embargado em julho de 2012 durante uma operação conjunta entre o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Polícia Federal.

Minc ressaltou que em junho, o Inea e a Polícia Federal lacraram a empresa após uma fiscalização, que constatou sinais de violação de combustível e derramamento de óleo nas vias fluviais.

“Essa região é dominada por uma máfia de alteração de combustíveis. É um barril de pólvora, com óleo e combustíveis inflamáveis”, diz o secretário, acrescentando que cerca de 20 empresas atuam na região de maneira parecida.

Ainda de acordo com Minc, a Petrogold funcionava através de liminares obtidas na Justiça e de uma licença municipal. O secretário esclarece que uma empresa desse porte só pode operar com licença do estado. A Petrogold tinha uma licença estadual antiga e que não foi renovada pelo Inea.

Advogado contesta
Fábio Kalil, advogado da empresa Petrogold, distribuidora de combustível responsável pelo reservatório que pega fogo em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na tarde desta quinta-feira (23), negou que a empresa tenha a licença ambiental embargada no ano passado.

Segundo ele, “todas as licenças e documentações necessárias nas estâncias municipal, estadual e federal estão em ordem”. Segundo ele, cerca de dez funcionários trabalhavam no reservatório.

Rio-Teresópolis
A concessionária responsável pela rodovia Rio-Teresópolis, que corta a região atingida pelo incêndio, informou que o trânsito não chegou a ser afetado pelas chamas e a circulação. Equipes da empresa, porém, foram para o quilômetro 293 da via para monitorar a situação.

G1.com

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Equipamento explode em empresa e mata dois em Cosmópolis

Uma explosão ocorrida em uma empresa na manhã desta quarta-feira (8), por volta das 10h30, em Cosmópolis (SP), deixou dois mortos, segundo informações da Polícia Militar da cidade. Há ao menos três feridos, segundo uma assistente social do hospital do município. O acidente ocorreu em um equipamento na VLC Sistemas de Filtração e Sedimentação.

A PM, Corpo de Bombeiros e guardas do município e de Paulínia (SP) estão no local. As vítimas foram encaminhadas para o hospital Beneficência Santa Gertrutes, em Cosmópolis, segundo a GM do município. A empresa atua nas áreas de mineração, siderurgia, açúcar, etanol, energia, papel e celulose, alimentos, bebidas, saneamento e química.

Cilindro de nitrogênio
A VLC informou que todos os funcionários da empresa foram liberados e a unidade está fechada para aguardar a perícia no local. Segundo o Corpo de Bombeiros, a causa do incidente foi a explosão de um cilindro de nitrogênio, informou a reportagem da EPTV.

A explosão ocorreu em uma área aberta. Vidros ficaram quebrados. Um pedaço do cilindro chegou a cair perto de uma escola que fica ao lado da empresa, localizada na Rua Azize João Scorsoni, no bairro Andorinhas.

G1.com

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Dois barcos de combustível explodem no Alabama

Dois barcos de combustível que navegavam pelo rio Mobile, no Alabama, pegaram fogo na noite de quarta-feira, após uma série de explosões que deixaram três pessoas feridas, informou o porta-voz do Corpo de Bombeiros de Mobile, Steve Huffman.

Segundo ele, ocorreram cerca de cinco explosões nas barcaças, que carregavam gás natural liquefeito. Huffman disse que acreditava-se que as embarcações estavam vazias e eram preparadas para serem abastecidas antes das explosões, que começaram por volta das 20h30 (horário local).

‘Obviamente, havia algum tipo de resíduo ou vapores’, declarou Huffman.

As três pessoas que ficaram feridas foram transferidas para uma unidade de queimados próxima ao local. A Guarda Costeira norte-americana informou em comunicado divulgado na noite de quarta-feira que estava atuando no incidente de que vai investigar suas causas.

Os dois comunicados do centro de resposta da Guarda Costeira Nacional não informam quem são os proprietários das embarcações, mas um deles diz que as barcaças passavam por ‘manutenção de rotina’ no momento das explosões. ‘A causa específica é desconhecida’, diz o documento.

Novas informações divulgadas pela Guarda Costeira dizem que uma das barcaças estava fazia e ancorada para limpeza, mas não menciona a segunda.

Huffman disse que ainda é muito cedo para dizer o que causou as explosões e os bombeiros não puderam chegar perto o suficiente para avaliar os danos a prédios próximos. As barcaças estavam no rio, em frente ao terminal de cruzeiros de Mobile, afirmou Huffman. As informações são da Dow Jones.

Barcos com gás explodiram nos EUA

DM.com.br

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Explosão em fábrica de fertilizantes deixa mortos e feridos nos EUA

Uma forte explosão em uma fábrica de fertilizantes na cidade de West, no Texas (Estados Unidos), deixou mais de 100 feridos e um número incerto de mortos, informou em entrevista coletiva o porta-voz do Departamento de Segurança Pública do Texas, D.L. Wilson, que não quis confirmar o número de mortos.

“Confirmamos que há vítimas fatais”, disse o porta-voz, que espera que o número cresça à medida que as equipes de emergência avançarem no processo de checar casa por casa na cidade de West para avaliar os danos. TVs locais, com testemunhos de bombeiros, apontam que há mais de 60 mortes, mas ainda não há confirmação oficial.

Explosão em fábrica de fertilizantes no Texas (EUA) deixou dezenas de mortos e feridos

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, em inglês) registrou um tremor de 2,1 graus na escala Richter por causa da deflagração, que foi percebida como várias explosões sucessivas pelos moradores do pequeno município de West, localizado 20 quilômetros ao norte de Waco – a explosão foi ouvida a mais de 70 quilômetros de distância.

Wilson anunciou outra entrevista coletiva para as 6h locais (8h de Brasília), quando, segundo ele, espera confirmar o número de mortos. De acordo com o porta-voz, a explosão afetou várias estruturas nas imediações da fábrica de fertilizantes, deixando o saldo de “entre 50 e 75 casas destruídas”.

O prefeito de West, Tommy Muska, confirmou previamente que cinco ou seis blocos contíguos haviam sofrido danos graves e explicou que as autoridades estão preocupadas com o vapor químico que pode ter sido emitido da fábrica. Metade da cidade, onde vivem 2,8 mil pessoas, já deixou suas casas.

Incidente foi repercutido rapidamente nas redes sociais

Devido à explosão na fertilizadora West, que aconteceu às 19h50 locais (21h50 de Brasília), algumas pessoas ficaram presas em um asilo perto da fábrica e em outros imóveis próximos. Pelo menos dez edifícios ficaram em chamas, incluindo uma escola.

Equipes de socorro, ambulâncias, corpos de segurança e outros veículos de emergência se deslocaram até o local e estão levando os feridos para um campo de futebol próximo, onde está funcionando um hospital de campanha. Uma unidade de atendimento de emergência foi montada em um campo de futebol próximo ao local da tragédia.

O incidente ocorre após os Estados Unidos serem abalados pelo atentado que na segunda-feira deixou três mortos e mais de 180 feridos durante a maratona de Boston.

A próxima sexta-feira marca o 20º aniversário da morte de 80 pessoas em Waco como resultado do assalto das autoridades contra o rancho da seita dos ‘Davidianos’.

Jornal do brasil

Sexta-feira, 19 de abril de 2013

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Serralheiro é internado na UTI em estado grave após explosão em SP

Homem teve 40% do corpo queimado em acidente na Zona Norte.

Defesa Civil aconselhou proprietário a demolir imóvel na Brasilâmdia.

Um serralheiro segue internado em estado grave após sofrer ferimentos causados pela explosão de uma loja na Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. O acidente ocorreu nesta quarta-feira (10) quando homem soldava uma porta de ferro.

O homem foi arremessado para fora com a força da explosão e teve 40% do corpo carbonizado – a maior parte, queimaduras de terceiro grau – e está internado na UTI do Hospital da Vila Penteado em estado grave.

De acordo com testemunhas, o acidente ocorreu quando as faíscas entraram em contato com fogos de artifício guardados no interior do local. Cartuchos de rojões ficaram espalhados pela área. Uma casa nos fundos da loja também foi atingida, mas a ocorrência causou apenas um arranhão na perna de uma menina de oito anos.

De acordo com os bombeiros, a estrutura do prédio pode ter sido abalada. A Defesa Civil interditou o local e o dono foi orientado a demolir o prédio.

Reprodução de vídeo de câmera de segurança mostra explosão (Foto: Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo)

G1.com

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Incêndio de grandes proporções atinge indústria em Sorocaba, SP

Cinco unidades do Corpo de Bombeiros foram ao local. Segundo Bombeiros não há feridos.

Incêndio de grandes proporções atinge indústria em Sorocaba (Foto: Gualberto Vita / G1)

Um incêndio de grandes proporções atingiu a YKK, uma empresa multinacional japonesa, na manhã deste domingo (17) em Sorocaba(SP). A unidade industrial fica na avenida Fernando Stecca, na Zona Industrial. Em um vídeo enviado por um morador da região (veja ao lado) é possível constatar a gravidade do incêndio.

O diretor de produção da YKK, Massakazu Matsushita, explicou ao G1 que a unidade sorocabana produz zíperes e botões. Ele afirmou que o incêndio começou por volta das 10h30 após uma explosão. “Setenta funcionários trabalham na área de produção e que foi consumida pelo incêndio. Esta unidade, que fabrica apenas botões, estava vazia no momento em que pegou fogo”, disse Massakazu.

G1.com

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WEG obtém certificação “Ex” para motores de alta tensão para atmosferas explosivas

Certificação nacional é válida para novas linhas de motores Ex “nA” e Ex “t”

A WEG obteve a certificação nacional para novas linhas de motores de indução trifásicos “Ex”, de alta tensão com tipo de proteção não centelhante (Ex “nA”) e com proteção contra ignição de poeira por invólucros (Ex “t”). A certificação é aplicável a motores de indução trifásicos da Linha “HGF”, com carcaças nos tamanhos IEC 315, 355, 400, 450, 500, 560 e 630 (Norma Internacional IEC 60072 – Partes 1 e 2).

Este tipo certificação de linhas de fabricação de motores Ex “nA” e Ex “t” oferece aos fabricantes e empresas usuárias dos equipamentos benefícios como a redução dos custos e de prazos, quando comparados com os processos de certificação individuais ou por lote, para cada número de série.

O Certificado de conformidade nacional foi emitido pelo OCP TÜV Rheinland do Brasil. Esta certificação brasileira foi elaborada e emitida tendo como base a análise dos resultados indicados no Relatório de Ensaio IECEx (ExTR) emitido pelo BASEEFA (British Approval Service for Electrical Equipment in Flammable Atmospheres), do Reino Unido.

Jornal da Instalação 18/02

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Auxiliar morre em acidente na Goodyear de Santa Barbara

Funcionário subiu em uma da esteiras da fábrica e em determinado momento um carrinho de transporte de pneus caiu sobre ele

O auxiliar de produção Thiago Augusto de Carvalho, de 26 anos, morreu na tarde de ontem após sofrer um acidente dentro da fábrica de materiais de recauchutagem da Goodyear, em Santa Bárbara d’Oeste. Segundo a polícia, a causa do acidente ainda será apurada pela polícia. O rapaz, de acordo com o boletim de ocorrência, foi esmagado por um “carrinho” de transportar pneus. Técnicos do IC (Instituto de Criminalística) de Americana realizaram perícia no local. A morte do jovem causou pânico dentro da unidade, de acordo com a polícia.

Segundo o boletim de ocorrência, por volta das 15h de ontem, Carvalho subiu em uma das esteiras da fábrica, cuja altura não foi divulgada, e em determinado momento um carrinho para o transporte de pneus caiu sobre o jovem. Com o impacto, ele foi esmagado. Uma Unidade do Resgate do Corpo de Bombeiros socorreu à vítima e a levou ao pronto-socorro do Hospital Afonso Ramos, mas ela não resistiu e morreu logo após dar entrada no hospital. O caso foi registrado no plantão policial e será investigado no 3º Distrito Policial de Santa Bárbara.

NOTA. Procurada pela reportagem do LIBERAL, a Goodyear, por meio da assessoria de imprensa, lamentou o acidente e disse que vai colaborar com a polícia. “A empresa está oferecendo todo o apoio necessário à família e irá colaborar com as autoridades na investigação sobre as causas do acidente”, diz a nota.

De acordo do com site da empresa, a unidade foi inaugurada em 2000 e significou o início da produção de materiais de recauchutagem pela Goodyear, no Brasil. Segundo a multinacional, com tecnologia de última geração, a unidade produz uma linha completa de bandas pré-curadas, para vulcanização na carcaça dos pneus, e cordões de borracha, usados para preencher furos e danos estruturais do pneu que será recapado.

Goodyear_Portal liberal.com.br

O Liberal 15/02

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Incêdio atinge fábrica de embalagens em Jundiaí, SP

Fogo começou por volta das 2h30 do domingo (10 ). Bombeiros de Jundiaí e Vinhedo foram acionados.

Uma fábrica de embalagens pegou fogo na madrugada deste domingo (10), em Jundiaí (SP). O incêndio começou por volta das 2h30, e foi controlado depois de duas horas. Bombeiros de Jundiaí e de Vinhedo foram acionados.

O fogo teve início no galpão de expedição da empresa, que é especializada em embalagens como bandejas de ovos para granjas, pratos, lancheiras e materiais para isolamento térmico. A fábrica fica no bairro Engordadouro.

Em depoimento à polícia, o gerente de produção da fábrica informou que as origens do fogo são desconhecidas. Ele disse ainda que, em menos de dois meses e meio, é a segunda vez que o local registra esse tipo de ocorrência. Um perito esteve na fábrica, mas devido à falta de iluminação, não conseguiu realizar os trabalhos. Ele deve voltar neste domingo (10) para realizar a perícia.

g1.com